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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Desmoronamento em Taiwan - gif

Reparem como nós somos quase nada diante da força da natureza e da grandeza de Deus.


domingo, 9 de junho de 2013

Muita calma nessa hora Filipenses 4.6

Por Geremias do Couto

Nunca experimentei um afogamento e espero em Deus nunca experimentá-lo. Mas segundo os especialistas no assunto, quanto mais a pessoa se debate, mais difícil torna a operação de salvamento. Os salva-vidas têm de trabalhar dobrado. O conselho a quem passa por tal experiência é manter o máximo possível a calma. Sei que não deve ser fácil. A tendência é o predomínio do pânico quem em nada facilita as coisas.

A mesma lição vale para a vida em geral, mesmo naquelas circunstâncias mais difíceis, similares em tensão a um afogamento, como em outras, nas quais temos, por exemplo, tarefas em demasia para realizá-las em curto espaço de tempo. Se não serenarmos os ânimos, o pânico vai tomar conta e nos debateremos tanto que acabaremos vencidos, sem encontrar escape ou sem nada fazer. O controle da ansiedade é vital nesta hora. Antes mesmo de os psicólogos descobrirem esta verdade, a Bíblia já a revelava. Como diz um conhecido jargão: "Muita calma nessa hora".

Assim, melhor seguir dois conselhos especiais, o primeiro de Jesus, o segundo do apóstolo Paulo:

"Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?", Mateus 6.25.

"Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças", Filipenses 4.6.

Conteúdo extraído do perfil do autor no Facebook. Linha de tempo:  publicação de 06/06/2013 às 09h56.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O sentido do Natal e de João 3.16



O que é João 3.16?


Na grande e linda cidade de Londres, numa noite muito fria, um menino pobre não resistindo a intensidade do frio dirigiu-se a um guarda e lhe perguntou: "Onde posso dormir esta noite? O atencioso guarda lhe respondeu: "Vá até a rua tal, número tal, aperte a campainha, quando a pessoa que a abrir a porta lhe perguntar o que você quer, responda assim: João 3.16".

Lá foi então o garoto, apertou a campainha, uma jovem simpática abriu logo respondendo: "João 3.16". Levaram-no à casa de banho, enquanto ele sentia a água gostosa e quente lavando seu corpo sujo, ele dizia: "Não sei o que é João 3.16, mas sei que está deixando limpo um corpo sujo". Logo depois vestiram-no com roupas limpas, cheirosas, e mais uma vez ele repetiu: "O que é João 3.16 eu não sei, mas sei que está me vestindo com roupas limpas". Amorosamente ele foi conduzido ao refeitório onde uma farta refeição lhe foi servida e mais uma vez pensou: "Não sei o que é João 3.16, mas sei que está matando a minha fome". Agora limpo, vestido e alimentado, carinhosamente ele foi levado ao quarto e, ao deitar-se, mais uma vez disse: "Não sei o que é João 3.16, mas sei que dá descanso ao corpo de um menino que não tinha onde dormir".

Muito à vontade entre os cheirosos cobertores dormiu aquela noite e cedo quando voltou à mesa para o café da manhã a moça que o recebeu na noite anterior, sorridente lhe perguntou: "Você sabe o que é João3.16?". "Não sei", respondeu o garoto.

"Pois então saiba que esta casa chama-se João3.16, que na verdade fala de um versículo capaz de resumir toda a Bíblia; nele vemos o grande amor de Deus revelado a todos os homens através de Jesus Cristo, seu filho".

(Autor Desconhecido)

Fonte: Para Cristo via Belverede


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